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Mulher, verbo intransitável

Mulheres! O que sempre, nós homens, blasfemamos, até rugimos, quando não as entendemos, ou não as deciframos. Decifra-me ou te devoro! A verdade é que sempre somos devorados por elas.

Mas elas são mesmo indecifráveis ? Boa parcela dos raparigos, jovens, maduros ou mais idosos, dirão que são, sim, indecifráveis.

E talvez nos também sejamos de difícil compreensão para elas. E num mundo digitalizado como o que vivemos hoje, podemos afirmar que é mais fácil um relacionamento v... Leia +

(Marcio Poletto)

Editora Samba Books

Política

Se contar lá fora, ninguém acredita!

Passadas as eleições para prefeitos e vereadores, o que se constatou foi que o PT vai ter que remar muito novamente para se tornar crível novamente. Tentar voltar a ser um partido de ideias, de ideais, voltado realmente para o novo será seu grande desafio. Apesar de que, se realmente fossemos uma so... Leia +

(Marco Clerris)

Comportamento

O Povo

Na minha vida, a frase do gigante Winston Churchill que “aos 20 anos é impossível você não ser de esquerda. Aos 40, é inconcebível você não ser de direita”, ainda é uma coisa que me deixa dividido.

Mas nesta polarização atual do Brasil, entre coxinhas e mortadelas, ricos e pobres, vermelh... Leia +

(Marco Clerris)

MP-Attus Softwares de gestão para Tradings

eBooks e Literatura


A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS

(Clássicos - Editora Samba Books - ebook)

A alma encantadora das ruas, é uma reunião de textos publicados na imprensa carioca entre 1904 e 1907. O autor percorre as ruas do Rio de Janeiro para reter a sua essência e diversidade. A cidade vivia um processo de transformação acelerada, passando de séde da Monarquia para uma ambiciosa capital federal. Ela será o palco das perambulações de João do Rio, que costumava saturar seus textos de reminiscências decadentistas, mas o olhar que fixava no presente era o de um observador que se abria par... Leia +

sobre João do Rio


João do Rio, pseudônimo de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, (Rio de Janeiro, 5 de agosto de 1881 — 23 de junho de 1921) foi um jornalista, cronista, tradutor e teatrólogo brasileiro.